Rio de Janeiro for his new owners.
The news below are in portuguese, from http://www.estado.estadao.com.br/editorias/2003/07/30/pol026.html
the extract is:The company H.J. Jienxiin Shipping bought the Minas Gerais in July 22 2002, by 1.9 million US dollars (5,7 million reais).
So, the chinese disapair after the first deposit and the ship was waiting in the harbor at Rio de Janeiro until now.
The costs to mantain the ship in Good conditions is too high and no one knows what the Chinese are waiting. Some unoficial news told that the delay's cause is who will pay the trip to China? Brasil or your news owners? The cost is estimated in another 1 million dollars.
The Petrobras Company show some interst in buy her, to use how logistic plataform to your off shore operations in oil and gas drilling. But the prize is too high to the company.
The site French Creek Boat Sales offers the Minas Gerais by 4,5 milion dollars, (see related link)
but the capitão-de-fragata Paulo
Ricardo Médici, from MB's Public Relationship deny this process. (MB= Marinha do Brasil)
Some believe that behind this offer probabily we will find the Chinese Company, who are selling some waht it already didn't paid.
As informed by the MB, if the Chinese don't appear and get her, the Minas Gerais will be sold to the first who pay the prize.
This notice made the englishmen from the Veageance, with a new hope.
=> the pix below are made by MB in 2001 ....
but first: her is the portugese text,
"Chinês compra porta-aviões, mas não vem buscar
Sucateiro deixou depósito simbólico pelo Minas Gerais há um ano e
desapareceu
ROBERTO GODOY
Há um ano, no dia 22 de julho,o leiloeiro da Marinha batia o martelo e
vendia o porta-aviões Minas Gerais para o sucateiro chinês H.J. Jienxiin,
por R$ 5,7 milhões. Não deu certo. O engenheiro Sung, representante do
comprador, o estaleiro HKJ Shipping, fez um pequeno depósito simbólico e
desapareceu.
O navio, de 212 metros de comprimento, 45 metros de largura e 19 mil
toneladas de peso, continua atracado, à espera de remoção, no Arsenal da
Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro. Com isso, teoricamente a esquadra
nacional tem ainda dois porta-aviões, um leve e sucateado, o NAel A-11 Minas
Gerais, e outro médio e reformado, o NAe A-12 São Paulo, ex-Foch, francês,
recebido em 2001.
A Força Naval queria fazer dinheiro para amortizar os US$ 12 milhões gastos
na compra do sucessor do Minas, o francês Foch, mas o leilão acabou fazendo
uma vítima indireta, a associação de veteranos britânicos (o Minas foi
construído na Inglaterra em 1943 e comprado pelo Brasil em 1956), a Vegeance
Association.
Os velhos marinheiros queriam ver o navio de guerra de 40 anos transformado
em museu e centro de memória. Os chineses pretendiam transformar o navio em
um shopping center flutuante em Xangai. O deslocamento rebocado até a China
custa US$ 1 milhão. O casco do A-11 já não pode navegar sob as próprias
hélices.
Base - A Petrobrás considerou a possibilidade de adquirir o Minas Gerais
para transformá-lo em base de apoio às plataformas marítimas que operam nas
bacias de Campos, Santos e Espírito Santo. "O plano previa a instalação de
um centro para helicópteros, abastecimento e hospital de emergência",
segundo revelou um dos especialistas da companhia. O empreendimento foi
abandonado em conseqüência do seu alto custo.
No Rio, a Marinha limita-se a informar que "a entrega ao novo proprietário
está vinculada ao pagamento do saldo do valor descrito de R$ 5,7 milhões".
Oficiais do Arsenal acreditam que poderá haver um novo leilão caso o
arrematante desista do negócio. Um dos interessados, o tailandês Imah
Abrasudera, encomendou uma avaliação para um escritório de engenharia naval.
Segundo o relatório, "há no lote pelo menos 12 mil toneladas de boas chapas
aproveitáveis".
Luta - A Vegeance, promete lançar uma campanha para arrecadar fundos que
permitam levar o ex-Minas Gerais para a Inglaterra. Enquanto isso, na
internet, o site French Creek Boat Sales oferece o porta-aviões pelo lance
de US$ 4,5 milhões. A Marinha do Brasil, segundo o capitão-de-fragata Paulo
Ricardo Médici, do Serviço de Relações Públicas, desconhece esse processo de
venda. O que, de resto, aponta para o misterioso engenheiro Sung, o
comprador chinês desaparecido. "